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OAB-MG recorre para que advogado de Adélio Bispo não revele quem pagou seus honorários


Quinta-feira, 25 de Janeiro de 2019
OAB-MG recorre para que advogado de Adélio Bispo não revele quem pagou seus honorários

Em entrevista ao Estado de Minas, na tarde desta sexta-feira, o diretor de Comunicação da OAB-MG, Raimundo Cândido Neto, argumentou que a segurança impetrado não está relacionada ao fato de envolver o ataque ao presidente Bolsonaro e também não vinculo com algum interesse da entidade em esconder informações sobre o caso. 

“O objetivo é proteger o sigilo profissional. Não podemos permitir a violação do sigilo profissional assegurado por lei federal. A Constituição Federal garante o sigilo nas relações advogado/cliente para a proteção dos cidadãos”, assegurou Cândido Neto. 

Adélio Bispo de Oliveira, que é natural de Montes Claros (Norte de Minas), esfaqueou Jair Bolsonaro no último dia 6 de setembro durante ato de campanha em Juiz de Fora (MG). O então presidenciável do PSL ficou 23 dias internado e recebeu alta ainda antes do primeiro turno das eleições que o elegeram presidente. 

No dia 6 de dezembro, em entrevista ao Estado de Minas, o advogado criminalista Zanone Manuel de Oliveira Junior revelou que apresentou o valor de R$ 300 mil para defesa de Adelio Bispo até a fase final do processo no Supremo Tribunal Federal (STF). 

Também no inicio de dezembro, Reportagem publicada pelo site da Revista Veja revelou que em depoimento sigiloso à Polícia Federal, o advogado Zanone Oliveira contou detalhes de como foi contratado para defender o esfaqueador de Bolsonaro. 

Segundo o texto, no depoimento Zanone disse que foi contratado por “um desconhecido”, com o qual se reuniu em seu escritório em Belo Horizonte na manhã de 7 de setembro, e que, na ocasião, o advogado disse que cobrava, em média, R$ 150 mil em honorários.

Mas, ainda segundo o site da revista, o “contratante” achou o valor alto. “O criminalista, então, topou dar um desconto de 83% — e receber R$ 25 mil até a conclusão da investigação da Polícia Federal. “Aquela pessoa aceitou a proposta e pagou inicialmente o valor de R$ 5 mil em dinheiro”, disse Zanone. O restante seria pago em outras parcelas mensais. No entanto, o interessado em ajudar Adélio “desapareceu”, relatou a reportagem de “Veja”.

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